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Educação sexual na escola com respeito
A revolta de um pai do interior de São Paulo contra o kit utilizado pela escola da filha nas aulas de orientação sexual levantou a discussão sobre o delicado tema. Um pênis de plástico teria sido utilizado para demonstrar como se coloca uma camisinha para os alunos em sala de aula.
Posições como essa, são levadas a sério e tratadas com cuidado pelos especialistas e coordenadores de programas voltados à sexualidade e juventude nas escolas em Minas Gerais. O Estado é o único que não participou do programa de distribuição de camisinhas nas escolas do Ministério da Educação por achar que os mineiros não se adaptariam à idéia do governo federal.
"Não distribuímos camisinhas porque Minas é um Estado conservador e optamos por fazer uma parceria com as unidades de saúde", explicou a coordenadora do Programa Educacional de Atenção ao Jovem (PEAS), Kátia Canguçu.
De acordo com a idade
Com 14 anos de existência, o Programa Educacional de Atenção ao Jovem (Peas) trabalha atualmente com 642 escolas mineiras, sendo que dessas 290 já desenvolvem o enfoque da educação afetivo-sexual. Mesmo com a evolução do programa que passou a enfocar as temáticas de adolescência e cidadania e juventude e trabalho, a procura pelo tema afetivo-sexual sai na frente nas inscrições anuais.
“Nós trabalhamos com alunos da 5ª série ao 3º ano. Os temas são diferenciados para cada faixa etária. Os meninos de dez anos não vão receber o mesmo conteúdo dos maiores”, disse a coordenadora do programa da Secretaria Estadual de Educação, Kátia Canguçu.
Parceria fundamental
“Quando a escola vai trabalhar com o ensino médio ela vai buscar no posto de saúde o material. Nós nunca trabalharíamos com um menino de 5ª série. É uma criança. Para você fazer um trabalho desse você tem que saber o público que você vai trabalhar com o material.”
FONTE:JORNAL SUPER NOTÍCIA.
Parabéns ao Governo de Minas. Não podemos seguir à campanha de combate à Aids do Ministério da saúde do Governo LULA. Uma campanha Imoral, absurda.
